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Linha do Tempo da TI no Segmento Bancário Brasileiro

       | 1985

  • Os controles não eram realizados em tempo real.
  • Os processamentos eram noturnos, sendo que erros e ajustes demoravam de 2 a 3 dias para serem normalizados.
  • Não existiam ATMs. Saques, saldos ou extratos, entre outras operações, só eram realizadas na “boca do caixa”. Depósito de cheque era controlado por uma documentação do tipo caderneta de papel.

       | 1988

  • Mercado começa a investir na transformação das custódias em formato eletrônico, a fim de reduzir o trânsito de documentos impressos.
  • Criação da Cetip – Câmara de Custódia e Liquidação.
  • Maturidade das transações on-line nos caixas do banco.
  • Criação do primeiro ATM 24h (Bradesco).

       | 1990

  • Começa o movimento de downsizing nos bancos.
  • Substituição dos sistemas que operavam em plataforma alta (grande porte) para sistemas em rede, o que facilitou a operacionalização dos produtos.

       | 1995

  • Estabilização da moeda brasileira (Plano Real – 1994), o que tornou as operações bancárias mais ágeis.

       | 1998

  • Pelo fato de o Brasil assinar acordo com FMI para conseguir linhas de crédito, o mercado financeiro começa a aperfeiçoar seus controles internos e o cronograma de implantação do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).
  • Começam os estudos em todo o sistema financeiro para mudanças de tecnologia que permitiriam as liquidações das operações em tempo real, mitigando o risco sistêmico.

       | 2002

  • Implantação do SPB.
  • Todas as transações e liquidações das operações do mercado financeiro passam a ser efetuadas em tempo real, modificando o modus operandi dos sistemas operacionais, tanto dos bancos quanto das entidades de negociação (BMF, Cetip, Selic, Bovespa etc).

       | 2005 a 2008

  • Começa, nesse período, a adequação às regras do nível 2 do acordo da Basiléia, a ser plenamente implantado em 2011. Isso significa que todos os sistemas bancários precisarão estar enquadrados nesse novo ambiente operacional seguindo regras como:

    - Segurança da Informação;
    - Eliminação de integrações com intervenção humana (arquivos txt);
    - Segregação de alçadas de usuário;
    - Documentação de processos e de base de dados;
    - Planos de Contingência.